Até quando vamos ver nossa fauna e flora morrer por mero caprichos de nós os seres humanos. Bom todos nós sabemos que não podemos viver sem o papel, mais será que precisamos de uma quantidade tão grande como é fabricada? As madeireiras que estão lá nesse momento desmatando a Amazônia para o nosso luxo, não querem nem saber se aquela árvore abriga espécies raras de animais ou plantas, querem apenas derruba-las para ganhar cada vez mais e mais dinheiro assim não se importando para o bem do planeta, da vegetação e de nós mesmo. Pois cada árvore que é derrubada é uma árvore a menos para purificar o nosso oxigênio.
Muitas empresas hoje são adeptas ao uso de papéis recicláveis e replantio de árvores desmatadas, mais como todos sabem, as árvores custam a crescer e só uma ou dez empresas fazendo isso não adianta nada. Pois consumimos mais do que podemos e assim sendo cada vez mais difícil de recuperar nossas matas.
Eu fico orgulhosa por saber que pelo menos ainda existe algumas pessoas que pensam verde e fazem com que nossa natureza seja cada vez mais bela e não cada vez mais cinza como vemos hoje em dia. Vamos fazer a diferença, vamos investir em papéis reciclados, vamos plantar para poder sobreviver, porque se o desmatamento continuar assim de um modo agressivo daqui uns anos não vamos mais ter um país chamado Brasil.
Muitas empresas hoje são adeptas ao uso de papéis recicláveis e replantio de árvores desmatadas, mais como todos sabem, as árvores custam a crescer e só uma ou dez empresas fazendo isso não adianta nada. Pois consumimos mais do que podemos e assim sendo cada vez mais difícil de recuperar nossas matas.
Eu fico orgulhosa por saber que pelo menos ainda existe algumas pessoas que pensam verde e fazem com que nossa natureza seja cada vez mais bela e não cada vez mais cinza como vemos hoje em dia. Vamos fazer a diferença, vamos investir em papéis reciclados, vamos plantar para poder sobreviver, porque se o desmatamento continuar assim de um modo agressivo daqui uns anos não vamos mais ter um país chamado Brasil.

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